sexta-feira, 31 de julho de 2009

sonho compartilhado

Sonhos compartilhados

Definição. Sonho compartilhado é a experiência onírica complexa aonde as imagens oníricas supostamente são compartilhadas espontânea ou intencionalmente, por dois ou mais participantes, nos três planos de atuação da mente humana: ativa, onírica e transpessoal.
Nomes. Outros nomes pelo qual é conhecido:

1. Experiência onírica compartilhada
2. Imagem onírica compartilhada
3. Revoada de sonhadores
4. Sonho coletivo
5. Sonho conjunto
6. Sonho grupal
7. Sonho mútuo
8. Sonho objetivo
9. Sonho simultâneo


Experiência. É comum dois sonhadores se encontrarem na vigília ativa e ao narrarem os seus sonhos percebem que eles tem o mesmo conteúdo, com grande riqueza de detalhes. Por exemplo, o sonhador “A” chega para um amigo seu e diz “sonhei que estávamos pescando” e o sonhador “B” diz e “pescamos uma tainha”. Esse fenômeno recebe o nome de sonho compartilhado.
Compartilhado. O sonho compartilhado é importante por vários motivos e entra na composição de diversos fenômenos oníricos. Seu estudo possibilita a compreensão de vários aspectos oníricos de que outro modo não poderia ficar adequadamente esclarecido
Teoria. Segundo LaBerge os sonhos compartilhados seriam o compartilhamento do enredo dos sonhos e não dos sonhos em si. Pertenceriam ao domínio dos sonhos telepáticos. Para essa teoria dois ou sonhadores teriam contato telepático entre si e provocariam os enredos simultâneos. Como veremos a diante, há componentes de verdade nessa teoria.
Negação. Existem pesquisadores que negam a telepatia ou paranormalidade nesse fenômeno, pois pessoas conhecidas podem, subliminarmente, registrar em suas mentes informações sobre o companheiro e uma vida intima predispõe a viver sonhos semelhantes, porém quando o conteúdo de tais sonhos não pode ser explicado desse modo então pode ser que haja uma correlação paranormal.
Elementos. Elementos do sonho compartilhado:

1. um sonho;
2. dois ou mais sonhadores;
3. mesmo enredo;
4. comportamento emocional parecidos;
5. rememoração conjunta

Tipos. Os sonhos compartilhados podem ser:

1. Espontâneos lúcidos
2. Espontâneos não lúcidos
3. Provocados ou induzidos lúcidos
4. Provocados ou induzido não lúcidos

Rememoração. Quanto à rememoração os sonhos compartilhados podem ser:

1. De um participante parcial
2. De um participante total
3. De dois ou mais participante parcial
4. De dois ou mais participantes total

Técnicas. Existem diversas técnicas para se produzirem os sonhos compartilhados
Casos. Casos de sonhos compartilhados: "Em janeiro de 1987, Kay sonhou:

'Tornei a experimentar[ a escola], sentindo-me realmente confiante Toda a gente gostava de mim e eu tinha consciência disso e realmente me sentia bem. Havia uma bandeira na sala de aula e comecei a cantar 'America the Beatiful’, fazendo som que todos me acompanhassem. Na mesma noite Mitchel sonhou: 'Um bom número de pessoas em um restaurante (talvez todas) levantou-se e cantou a moda de 'brinde'. Sinto-me 'absorvendo' algum tipo de orgulho patriótico especial... é muito bom. Fico de pé e, orgulhosos reconheço essa sensação."

Negativos. Pode haver sonhos lúcidos compartilhados negativos aonde pesadelos e sonhos negativos são compartilhados pelos sonhadores. Por exemplo, viciados em drogas, podem ter ligações psíquicas que induzam aos sonhos compartilhados negativos.
Lúcido. O sonho lúcido compartilhado é a experiência onírica lúcida em que dois ou mais sonhadores lúcidos se encontram em sonhos lúcidos. Nos Estados Unidos existem grupos com muitos participantes que tem sonho lúcido compartilhados.
Comunicabilidade. Os sonhos telepáticos e os sonhos lúcidos compartilhados entram na comunicabilidade dos sonhos. São as possibilidades de comunicação dos sonhos entre os sonhadores.
Corrente. Na linguagem corrente sonhos compartilhados são equivalente a ideais compartilhados, vidas compartilhadas, lutas compartilhadas. As pessoas não aceitam muito a idéia de termos experiências oníricas compartilhadas.
Imagem. No sonho compartilhado a imagem onírica é dividida por dois ou mais sonhadores. As características próprias das imagens oníricas por si só desvendam as complexidades da imagem onírica compartilhada. Para os sonhadores lúcidos trabalhar com os sonhos compartilhados faz parte da sua ascensão onírica. As propriedades da imagem onírica são:

1. Divisibilidade. Ela pode ser dividida, mantendo as suas propriedades originais, como em um filme holográfico,
2. Comunicabilidade. Ela comunica-se das mais diversas formas com os sonhadores nos diversos planos de atuação da mente.
3. Proporcionalidade. Cada sonhador recepciona a imagem onírica na proporção de sua inteligência onírica.
4. Intersubjetiva. A imagem é retroalimentada com as subjetividades dos sonhadores, como um todo.

Onirocrítica. Para a onirocrítica os sonhos compartilhados lúcidos entram nos seguintes fenômenos estudados, pesquisados:

1. Sonho lúcido sem sonho
2. Sonho lúcido máximo
3. Sonho iniciático
4. Experiência da quase morte
5. Contato imediato de 5º grau
6. Idéias simultâneas
7. Localidades oníricas
8. Sociologia onírica
9. Antropologia onírica
10. Psicologia dos sonhos
11. Personagens oníricos
12. Enredo dos sonhos
13. Idéias vindas dos sonhos
14. Solução de problemas
15. Aparição intervivos.
16. Encontro com os desencarnados em sonhos
17. Sonho ativo compartilhado

Especial. Tipo de compartilhamento especial é o do sonhador com o aluno nota 10 ou sonhador lúcido máximo, aonde são aprendidas grandes lições ou realizadas magnas tarefas para o progresso da escola da vida no planeta terra. Também entra nessa categoria o sonho compartilhado sem sonho com os próprios alunos nota 10 ou com os professores da escola da vida nos sonhos. A rememoração, nesse caso é o ponto chave, quanto melhor a rememoração melhor é o aproveitamento da experiência. Por exemplo, Leonardo da Vinci teve vários experiências de sonhos compartilhados com os alunos nota 10 e professores da vida nos sonhos com uma excelente rememoração e com os resultados que conhecemos. Muitos outros sonhadores tiveram essas mesmas experiências, mas com resultados diferentes.
Sonhozinhos. Esse é um caso de sonho compartilhado, mas podemos ter o caso de sonhozinhos compartilhados, aqueles sonhos característicos da entrada nos sonhos ou saida dos sonhos, às vezes confundidos com imagens hipnagógicas. Certa vez uma amiga contou-me o caso mais o menos o seguinte "estava na praia com uma amiga, daquele tipo de amiga inseparável, as duas estavam cochilando, imediatamente as duas acordaram e falaram a mesma coisa, para que um amigo delas fechasse a porta do carro", um caso de sonhozinho compartilhado.
Problema. Em um sonho compartilhado temos o problema da rememoração que pode ser:

1. dos dois participantes - é um dos elementos componentes dos sonhos compartilhados a rememoração conjunta, podendo até ser fragmentária, parcial, pequena. Ex. em uma festa os dois participantes rememoram os acontecimentos da festa, ou um deles se lembra que esteve em uma festa com o outro sonhador;
2. de um participante - nesse caso temos que entender que se trata de rememoração conjunta, mas fragmentária de um dos sonhadores, assim um pode sonhar com a pessoa discutindo um assunto e o outro apenas se lembrar de algo relacionado com o assunto, por exemplo, o sonho é uma festa- um sonhador rememora o encontro na festa, o outro rememora muitas pessoas se divertindo.
3. de nenhum participante - rememoração apenas de fatos periféricos relacionados ao sonhos - os dois sonham com eventos festivos. .

Complexidade. Devido ao nível de complexidade envolvido, acredito que o sonho compartilhado, só ocorra no nível lúcido, nas formas mínima, média e máxima. Os sonho compartilhados não lúcidos enrariam como sonhos telepáticos, mais simples, memos comlexos.
Ruído. Na forma mínima ocorreria um ruído telepático entre os sonhadores, seria um sonho com a consciência periférica. Na forma média seria como um sonho compartilhado comum. Na forma máxima haveria a plenitude de lucidez de ambos os sonhadores, o que torna o fenômeno bem raro. Defendo a tese que todos os sonhos lúcidos máximo sejam compartilhados.
Projeto. Há um projeto patrocinado pelo “Club de los Onironáutas” que reune sonhadores lúcidos que vão se encontrar no mundos dos sonhos, sem se conhecerem previamente, em um determinado lugar, com as cooordenadas, e depois vão confrontar os resultados. È uma mistura de sonhos lúcidos compertilhados e sonhos programados.
Gnose. Um venerável mestre da Gnose conta que teve um encontro com o seu Mestre em sonhos e marcaram um encontro na vigília ativa em um deterninado endereço. Mas quando foi ao local o seu mestre estava la, na vigília ativa, mas não o reconheceu.
Aplicações. Eis aqui aplicações lógica dos sonhos compartilhados

1. Sacerdotes. Em sua forma transpessoal, os sacerdotes egípcios utilizavam na experiência da iniciação, na prova do sarcófago. Esta prova consistia na imersão do candidato em um sarcógago por peíodo de até três dias. Quando o candidato sai do sarcófago ele narrava uma série de experiência oníricas de alta complexidade, das quais sonho compartilhados
2. EQM. Alguns casos de experiência da quase morte são sonhos compartilhados com aluno nota 10, que aparece como o ser de luz. Também a caso em que sonahdores participam, como observadores, testemunhas, de EQM de amigos.
3. Teta. Os outros caso seriam sonhos compartilhados com personagens do sonho lúcido teta. Nesse tipo de sonho compartilhado um dos polos da experiência é um agente teta ou desencarnado. É o famoso encontro com os mortos, faleciods, desencarnados, em sonhos, que a maioria dos sonhadores, em algum momento de suas vidas, já sonharam. Monroe narra encontros desses tipos em seus cursos.
4. Criativos. Muitos sonhos criativos da humanidade foram sonhos compartilhados com alunos nota 10 ou nota 9,5 com baixo poder de rememoração ou rememoração fragmentária pelo sonhador alvo desses altos alunos. Um exemplo é sonho que Hermes Trimegisto teve aonde recebeu os princípios do hermetismo. Ou na Biblia quando hvia sonho com o Senhor, como narra Salomão, ou sonho com anjos.
5. Intervivos. Um caso especial de sonho compartilhado é o da aparição intervivos, onde o sonhador na vigília onírica aparece para uma pessoa na vigíia ativa, um “fantasma” de vivo. Ao longo da história e na hageologia católica são narrados vários casos de sonhos compsrtilhados na vigília ativa ou aparição intervivos.
6. Ativo. Reza a teoria do sonho ativo que a vida ativa, a vigíia ativa é uma espécie de sonho. Os sonhos compartilhados na vigília ativa corrobariam essa teoria e explicaria a comunicabilidade entre os sonhadoe an vigília ativa
7. Coletivo. A idéia de inconsciente coletivo, arquétipos descrita por Jung, esta relacionada com os sonhos compartilhados. Ele percebeu as nuances, contorno, linhas gerais do fenômeno utilizando uma ferramenta inapropriada para entendê-lo adequdamente, mas foi um grande avaço parqa a época.
8. Reservatório. O budistas defende a idéia de um reservatório cósmico aonde estão armazenadas as experiências dos seres humanos. Isso explicaria os poderes paranormais, segundo essa visão. Note-se a aproximação com a idéia de sonho comparilahdo.
9. Antropologia. Existe uma teoria a partir da antropologia dos sonhos de que só haveria um sonho o sonho da humanidade. A noção de sonho compartilhado aclar mehor essa idéia. O sonho da humanidade é a soma dos sonhos compartilhados de toda a humanidade.
10. Sonhado. Um pesquisador alemão defende a idéia de que não sonhamos, e, sim somos sonhados, não teríamos um sonho e sim o sonho nos teve. Somos uma espécie de médium dos nossos sonhos, os sonhos compartilhados ou objetivos mostram uma componente de verdade dessa afirmação.
11. Idéias. Muitas idéias vindas dos sonhos são frutos de sonhos compartilhados. Na idéia vinda dos sonhos o sonhador tem um sonho com um produto, serviço, insigth, invento, criação, que ele traz para a vigília ativa. Muitas dessa idéias foram aperfeiçoada por outros sonhadores que passaram para esses sonhadores-receptores
12. Sociologia. A análise sociológica fica incompleta, em alguns casos, como por exemplo, a opinião pública, sem a adição dos sonhos compartilhados. Um grupo de sonhadores tem sonhos compartilhados mínimos e trazem para a vigília ativa e, somado a outros elementos sociológicos tem se a formação da opinião pública.
13. Antropologia. No caso da antropologia comum podemos encontrar os fenômenos das idéias paralelas e as instituições. Por exemplo, certos ritos são encontrados em tribos sul americanas e tribos do pacífico, sem que se conhecessem previamente e que tivessem qualquer tipo de contato. Os sonhos compartilhados explicariam parte desse fenômeno.
14. Política. Por hipótese pode supor que políticos utilizem os sonhos compartilhados para, como na formação de opinião pública, utilizar os sonhos compartilhados para inculcarem as suas idéias políticas nos eleitores, para o bem ou para o mal.
15. Educação. Os casos de cursos oníricos narrados pelos sonhadores lúcidos são casos e sonhos compartilhados. Por outro lado os alunos na vigília ativa, também são ensinados à noite através de sonhos compartilhados com rememoração mínima.
16. Contato. No contato de 5º grau os sonhadores em sonho compartilhados com seres de outros planetas. Cientificamente isso ainda não foi provado, assim como a comunicação com os mortos, mas aceito como hipótese de trabalho.
otavio aquino

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sonho lúcido paranormal telepático

Definição. Sonho lúcido paranormal telepático é um tipo de sonho lúcido da classe paranormal subclasse telepático

Nomes. Outros nomes pelo qual e conhecido

1. Sonho lúcido PES telepático

Telepatia. Telepatia é á transmissão de pensamentos e sentimento de um emissor para um receptor e vice versa.É a popular transmissão de pensamento, feita diretamente de uma mente a outra, sem passar pêlos sentidos. É uma das capacides paranormais reconhecidas pelos pesquisadores como fenômeno autêntico. Esse fenômeno é estudado pela parapsicologia.Basicamente utiza-se cartas especiais em experiência rigorosamente controladas. No estudo desse fenômeno descobriu-se alguns dados interessantes. Assim temos;

1.Distancia. A distância não importa;

2. Barreiras. A barreiras( muros, portas, grades) não importam;

3. Sensações. As sensações podem passar de um organismo para o outro pela telepatia;

4. Motivação. Quanto mais motivada a pessoa, mais informações ela capta ou transmite;

5.Ligação. Quanto mais ligada emocionalmente os agentes, melhor a telepatia;

6. Crença. A crença no fenômeno aumenta a sua intensidade

7. Potencial. Todos nós somos potencialmente telepatas;

8. Intensidade. Em situações de intenso estímulo emocional, mais telepatia;

9. Ciclos. A telepatia, como outros poderes paranormais, tem estágios de recesso.

Ativa. Os pesquisadores normalmente pesquisavam pessoas acordadas, até que resolveram partir para a telepatia em sonhos, O pioneiro dessas pesquisas foi o americano Stanlei Kripner que provou para o mundo a existência do sonho telepático, apesar de ter pesquisadores que negam isso. Ele fez isso com experiências sofisticadas, mas o primeiro registro de um sonho telepático foi feito por Freud, em que um paciente seu, que era pai sonhou que sua filha grávida de gêmeos, no mesmo dia em que ela dava luz a gêmeos. Como as comunicações eram deficientes e não poderia ter chegado a tempo, Freud conclui pela telepatia em sonhos, o que Krippner comprovaria anos mais tarde.

Experiência. A experiência era a seguinte pedia-se ao sonhador receptor que fosse dormir no laboratório ao mesmo tempo o emissor , na vigília ativa, recebia a seguinte tarefa, escolher aleatoriamente uma figura e pensar nela enviando a mensagem telepática para o sonhador receptor. Em um dos casos o emissor pegou a figura de um elefante e o receptor sonhou com um safári na África.

Perguntas. Qual a influencia da telepatia dos soutros sonhadores nos nossos sonhos? Essas interferencias onírcas advindas dos soutros sonhadores são benéficas, neutras ou maléficas?Voce como sonhador lúcido sabe discrimiar os diversos tipos de interferências oníricas endógenas e exogenas incluindo as telepáticas?

Lúcidos. Por outro lado muitos sonhadores lúcidos relatam sonho lúcido telepático. Mas temos um caso de sonho lúcido paranormal telepático com maior número de casos espontâneos: os sonhos compartilhados. Este provam, pela via do conhecimento popular, a existência dos sonhos lúcidos paranormais telepáticos.LaBerge defende a idéia que a telepatia seria a melhor hipótese para explicar os sonhos compartilhados ou sonhos de enredos compartilhados

Ativa. Na vigília maativa podemos rceber informações telepáticas de um sonhador. Como exemplo nós podemos citar o caso de aparições entervivos em que uma pessoa na vigpiliativa pode identificart um sonhador lúcido no estrado onírico, como se ele estivesse do seu lado.

Importância. O sonho telepático é muito importante e servem para explicar muitos outros tipos de fenômenos que ocorrem nos sonhos em geral e nos sonhos lúcidos em particular, Os encontros oníricos são casos tepepatia nos sonhos. Quando o sonhador alcança o grau de sonhador lúcido máximo ele trabalha diretamente com a telepatia das mais diversas formas.

Meditação. Os sonhos lúcidos são uma forma espontânea de meditação e muitos meditadores mencionam a ocorrência de fenômenos paranormais, incluindo telepatia;

Ocorrência. O sonho lúcido paranormal telepático ocorre quando ao alcançar a lucidez no sonho, o sonhador lúcido resolve manter laços telepáticos com um receptor, podendo ser um na vigília ativa, na vigília onírica ou nos planos oníricos tetas onde a canalização pêlos sonhos lúcidos, sonhos lúcidos mediúnicos seriam um bom exemplo. Também pode ser o inverso sendo o sonhador lúcido o receptor desses mesmos agentes. Pode ocorrer o caso, como na telepatia desperta, da vigília ativa em que só o emissor-receptor, no caso o sonhador lúcido mantenha um canal unilateral das informações sem que a outra parte saiba.

Mesclagem. Podemos ter mesclagem dos sonhos ou oniromixia e ocorrer cenas simbólicas nos sonhos que, ao analisarmos vamos encontrar o conteúdo telepático.Isso inclui o caso de interferência onírica, onde duas imagens aparecem pertubadas simiultaneamente.

Telediagnóstico. Um outro caso explicado pela componente telepática dos sonhos é o telediagnóstico, diagnóstico a distenda, telediagnóstico, diagnóstico onírico em que o sonhador lúcido consegue descobrir enfermidades e desequilíbrios no organismo da vigília ativa do paciente-alvo.

Pesadelos. Pelo lado negativo, pessoas mal-intencionadas podem produzir pesadelos através do sonho lúcido telepático, roubar segredos; influenciar pessoas, produzir doenças psicossomáticas, etc, Felizmente o número de pessoas que podem fazer isso são poucas.Também existe um controle feito pelso alunos mais elevados da escola da vida que impede que isso aconteça.

Cayce. A telepatia também explica os poderes incríveis de Edgar Cayce, o grande médium americano. O profeta adormecido;

Teosofia. Um outro caso de explicação pela telepatia, é a comunicação nos sonhos lúcidos entre discípulo e mestre, como afirma Maddame Blavatski da Teosofia. Segundo ela, durante o sono fisiológico, com o relaxamento normal, o ego estaria livre das amarras e poderia se comunicar telepaticamente, via sonhos como os mestres da humanidade.

EQM. Também serve de explicação, segundo o iogue Ramasharaca, a telepatia para o caso da experiência da quase morte, quando a pessoa afiram ver parentes já falecidos, na verdade seria emanações telepáticas dos mesmos e não a presença deles na experiência.

Otavio Aquino

quinta-feira, 26 de março de 2009

Consciência critica

Consciência critica
Definição. Consciência crítica é a atitude, conduta, comportamento, que tomamos de reflexionar a realidade à nossa volta, quer na vigília ativa como na vigília onírica. É a consciência reflexiva que utilizamos normalmente em outras situações. É o nível de consciência que temos dos fatos, eventos e objetos à nossa volta.Nomes. Outros nomes pelo qual e conhecido:
1. Alta consciência
2. Consciência alerta
3. Consciência consciente
4. Consciência reflexiva a maior
5. Teste da realidade
Divisão. A consciência critica divide-se em dois tipos
1. Consciência critica ativa
2. Consciência critica onírica
Popular. É o popular estar acordado, alerta, antenado, consciente desperto, ligado, lúcido, vivo
Importância. A importância do estudo da consciência critica radica no fato de que parte do desenvolvimento da consciência onírica e desenvolvida na vigília ativa. Não se pode querer desenvolver, corretamente a consciência critica onírica,a lucidez onírica, sem desenvolver a consciência critica ativa.
Ativa. Na vigília ativa, utilizamos a consciência crítica de forma interrogativa, questionamos, equacionamos, interrogamos, se o que acontece à nossa volta é certo ou não, de forma comparativa. Assim se vemos alguma coisa fora dos padrões imediatamente avaliamos se o que vimos se enquadra nas nossas experiências, ou como vemos a realidade. Mas na maioria das vezes, nós simplesmente deixamos as coisas passarem despercebidas.
Aceitação. Um fato simples sobre isso: muitas pessoas olham o dia inteiro para seu "mundo aceito como ele é", o chamado mundo dos antecessores. O que acontece de novo é um sucessor e, apesar da necessidade de questionar o sucessor, normalmente aceitamos e enquadramos nos moldes do mundo aceito como ele é.
Mecânica. Na vigília ativa utilizamos essa forma de reflexão de uma maneira mecânica, robotizada. Na realidade nós temos menos consciência crítica do que deveríamos ter. Passamos a maior parte do tempo no piloto automático. Só utilizamos a consciência critica quando nos sentimos em perigo, real ou imaginário.
Relógio. Como exemplo dessa situação pode dar o exemplo do relógio. Muitas pessoas olham varias vez para os ponteiros de seus relógios varia vezes por dias, mas se perguntadas são incapazes de dizer qual o tipo de algarismo do relógio
Comum. Em um sonho comum, não lúcido aceitamos os fatos como se fosse realidade, por mais absurdo que possa parecer, por mais fora dos padrões que um acontecimento onírico possa estar.
Lúcido. No sonho lúcido a já desenvolvemos uma consciência crítica mais aguçada e tratamos o sonho como sonho. Os nossos processos de reflexão se tornam mias agudo, permitindo que ao questionarmos o acontecimento percebamos que estamos em um sonho.
Critério. Esse é o critério para a técnica da pergunta se estamos acordados ou não. Ou quando analisamos a realidade onírica a nossa volta e pesquisamos as incoerências, erros, falhas nos sonhos, utilizamos, de fato a consciência critica
Lucido. Apesar disso parecer simples, no sonho lúcido mínimo, como os acontecimentos são muito próximo da vigília ativa, as vezes a nossa consciência crítica não produz o efeito desejado, somos levados a crer que estamos vivendo uma realidade, apesar de estarmos sem a barreira do inconsciente. Fazemos as coisas melhores, mas nem por isso concluímos que estamos sonhando.
Primeiro. Nos primeiros sonhos lúcidos ainda não conseguimos desenvolver bem os mecanismos críticos de tal forma que ainda podemos ter sonhos não lúcidos estranhos e não refletirmos na realidade deles, desses acontecimentos oníricos.
Discriminação. Com a consciência critica conseguimos discrimar os tipos de sonhos que temos. Os sonhos são feitos por muitos tipos, mas geralmente não conseguimos discriminá-los.
Máximo. No sonho lúcido máximo a consciência critica alcança-se o seu ponto máximo ou alto estado da consciência, estado em que as percepções, estados mentais, estados consciências, estados transpessoais, são muito maiores do que na vigília ativa.
Inversão. O desenvolvimento da consciência critica inverte-se no sonho lúcido máximo uma vez que temos a situação em que o nível de lucidez, e por extensão a consciência critica é maior na vigília onírica do que na vigília ativa
Alta. Quando chegamos ao estado de alta lucidez, no sonho lúcido sem sonho percebemos o mundo de uma forma diferente. Digamos que tanto o sonho como a linguagem são mapas de como vemos a realidade. Na alta lucidez, deixamos de ver os mapas para vermos o território. A nossa consciência crítica expandida.
Otavio Aquino

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Maturidade onirica

 

Introdução. Esse e um assunto dificil e pouco  analisado pelos estudiosos dos sonhos lucidos, o que gera um pouco de dificuldade no seu estudo. Ao estudarmos os sonhos lúcidos, nos deparamos com um fenômeno ligado à transpersonalização dos sonhos, ou seja, à  transcendencia do proprio sonhador no sonhos, com a compreensão do papel do sonhador, do corpo dos sonhos, dos personagens no sonho, das relaçoes ambientais intraonirica e extraoniricas. Nesse estado de plena compreensão do sonho lúcido chegamos à plena lucidez, a um estado de maturidade onírica. Na vigília ativa seria a maturidade intelecto-emocional, maturidade psicológica, maturidade física-afetiva-cognitiva, a chamada maturidade existencial.

Definição. Maturidade onírica é soma da plena lucidez nos sonhos com a maturidade intelecto-emocional da vigília ativa, o equilíbrio dinâmico máximo dos processos de crescimento do se que ocorre na vigilia onirica.

Nomes. Outros nomes pelo qual e conhecido

 

1.    Ápice da maturidade psicológica nos sonhos,

2.    Sabedoria perene,

3.    Sublimação onírico-libidinal,

4.    Auto-sonho transpessoal,

5.    Transpersonalização onírica.

6.    Inteligencia onirica

7.    Sabedoria dos sonhos

8.    Maturidade do aluno nota 10 nos sonhos

 

Imaturidade. A nossa sociedade não valoriza os sonhos. Pela sociologia dos sonhos, vemos que a consequência é a produção contínua de sonhos não lúcidos fragmentados e fantasiosos, recorrentes, que refletem os nossos desequilíbrios intelecto-emocionais e agem por realimentação, mantendo a nossa sociedade na infância psicológica, com problemas afetivos-cognitivos. Quando alcançamos a lucidez nos sonhos queremos usar os mesmos com compensação para esses mesmos desequilíbrios, entrando em um círculo vicioso, uma das facetas da recorrência lúcido onírica negativa. Além disso e por essa causa, a imaturidade onírica, nos temos um aumento no nível de sonolência, seus distúrbios inerentes, e os diversos problemas ocasionado pelo sonhar incorretamente e não sonhar lucidamente. Assim temos: distúrbios psicossomáticos das mais diversas ordens recalques; neuroses; pesadelos; sonhos recorrentes negativos traumas. Esses quadro é manifesto nas imagens oníricas, mas é projetado negativamente na vigília ativa, ocorrendo a imaturidade existencial. Em outras palavras, o nosso sonhar equivocado leva a um modo de vida equivocado, o que determina bloqueio nos processos de crescimento que em última análise, não nos permite ser o que nós somos.

Lúcidos. Por isso recomenda-se os sonhos lúcidos como prática e funcional para que as pessoas alcancem um maior aproveitamento onírico e, com todas as utilidades dos sonhos lúcidos atingirem não apenas a maturidade psicológica da vigília ativa, mas prosseguir até descobrir a maturidade onírica e, passa para a maturidade transpessoal. Assim a vivência lúcido onírica possibilita um maior autoconhecimento que liberta e enseja ao sonhador lúcido a oportunidade de, uma vez alcançada a maestria dos sonhos, a oportunidade de colaborar na disseminação desses conhecimentos dos sonhos e sobre os sonhos.

Compensação. Chega um momento, para o sonhador lúcido, que os sonhos lúcidos começam a perder o interesse se, ficar só como sonhos de compensação de pura satisfação infantil, egoístas. Nesse ponto ele começa a se interessar a ter sonhos transpessoais, transcendentes, experiências mais maduras. Quer experiência nos sonhos novas e mais autênticas experiências de caráter transpessoal, começando a adquirir a noção de responsabilidade consciencial nos sonhos; a ver os personagens com uma nova ótica, destinatários de respeito e admiração; o enredo dos sonhos passa a se confundir com as verdades mais íntimas do sonhador; o sonhador alcança um nova dimensão dentro do sonho; os poderes mágicos nos sonhos começam a serem utilizados não mais em função do sonhador, etc. Nesse ponto o sonhador lúcido começa a ter os primeiros lampejos da maturidade onírica.

Evolução. Paulatinamente seus sonhos lúcidos vão passando por certas mutações. Começam a aparecer os primeiros sonhos de fraternidade pura, a noção de que ele é um padrão de sonhos, da democracia dos personagens dos sonhos; dos direitos e deveres que existem no mundo dos sonhos, etc. A lucidez começa a aumentar e; cada vez mais os sonhos lúcidos começam a apresentar uma coerência maior; um controle maior; cores mais nítidas e um sentimento de transpersonalização onírica invade os recesso da mente do sonhador lúcido.

Compreensão. A maturidade onírica leva o sonhador lúcido a autocompreender a multidimensionalidade dos sonhos e suas relações entre eles, percebendo conscientemente e diretamente as relações, entrosamentos e realimentações entre: vigília ativa e sonhos não lúcidos; sonhos não lúcidos e sonhos lúcidos; sonhos lúcidos mínimos e médios e sonhos lúcidos máximo; sonhos lúcidos máximo e sonho lúcido sem sonho; sonho lúcido sem sonho e o sonhador.

Maturidade. Alcança-se a maturidade onírica quando seu nível de sonolência é diminuto que permite: eliminar os pesadelo; não se abalar emocionalmente com nenhum acontecimento quer na vigília ativa como na vigília onírica; quando os interesse dos outros personagens tanto do auto-sonho como dos sonhos estiverem em primeiro lugar; quando a prática da assistência inteligente for um hábito enraizado. Note’se que isso e uma lista dificil de se econtrar na maioria das pessoas, dos sonhadores. Que o leitor nao fique abalado com sso porque o progreeso no caminho da lucidez e feito a passos milimetrocos e nao a passos quilometricos.

Características. Os sonhos lúcidos que refletem a maturidade onírica tem as seguintes características:

 

1.   Transpessoal máximo. Clara e inequivocamente o sonhador opta pela autotranscendência tendo um contato maior com o inconsciente, com a consciência cósmica, com a alta lucidez;

2.    Fraternidade pura. Cada personagem do sonhos, cada sonhador ligado à rede onírica compartilhada toma-se merecedor dos maiores atos fraternidade;

3.    Maestria. Alcança se uma maestria no controle de produçao de sonhos lucidos de alta qualidade

4.    Megasonho.  O sonhador tem consciência de ser uma peça importante, mas interligada com os outros elementos do mega-sonho ou sonho da humanidade.

5.    Etica transpessoal.  O sonhador tem um enorme poder nas mãos, mas opta por manter um conduta ética irrepreensível, utilizando a ética transpessoal;

6.    Onirocosncientizaçao. O sonhador passa a ser plenamente  cosnciente de seus atos nos sonhos ludiso e nos outros tipos de sonhos

7.    Sentimentos. Os sonhos lúcidos pedem o conteúdo emocional e manifesta um conteúdo de sentimentos superiores, nobres, evolutos, racionais.

8.    Equilíbrio. O sonhador torna se mais equilibrado maduro, ponderado

9.    Percepção. Reconhecimento de uma lucidez maior que na vigília ativa, e nos sonhos que estamos acordados,e quando entramos na vigília ativa e que vamos dormir.

10. Projetabilidad.e Aparece a necessidade de projetarmos essa lucidez para a vigília ativa

11. Tranpersonalizaçao. O sonhador passa a dar o devido valor aos elementos oníricos como um todo, dando uma ordenação ao microcosmo onírico

12. Individualização. O sonhador passa a ter o seu processo de individualização aumentado. 

Otavio Aquino

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sonho lúcido sem sonho

Definição. Sonho lúcido se excelente qualidade, altíssima lucidez, alto estado da consciência, caracterizado por ausência de imagens oníricas, de qualquer espécie: corpo, cenário, personagens, enredo, de um lado e a lucidez onírica no seu mais alto grau.
Outros nomes pelo qual o fenômeno é conhecido:

1. Sonho de consciência cósmica
2. Projeção de corpo mental
3. Contato direto com a realidade
4. Contato com a realidade atrás do mapa
5. Sonho superconsciente
6. Sonho transpessoal plenamente lúcido
7. Supersonho especial
8. Iluminação

Tema. Esse é um tema de difícil discussão, complexo, especial, árido, muito além das discussões comuns dos sonhos lúcidos
Fase. Em uma das fases dos sonhos lúcidos, a entrada, pode-se entrar diretamente em um sonho lúcido a partir do estado de vigília onírica ou, ao contrário, no estado intra-onírico. Nesse estado ocorre um apagão consciência, ou sonho sem sonho. Quando a lucidez alcança um grau elevado até esse estado torna-se lúcido ou um sonho lúcido sem sonho.
Sensação. A sensação de estar em um sonho lúcido sem sonho não se pode descrever com precisão. Quanto maior e mais duradouro for esse sonho lúcido sem sonho mais indescritível e incomunicável ele se torna.
Meditação. Na meditação também se procurar alcançar um estado muito parecido com o sonho lúcido sem sonho, em que a mente alcança um alto grau de concentração e o meditante se sente muito além do mundo convencional.
Características. O que caracteriza o sonho comum são as imagens irracionais. Já no sonho lúcido de imagem são as imagens racionais. No sonho lúcido sem sonho é a ausência sua principal característica.
Diferenças. O estado de sonho lúcido sem sonho é muito diferente na nossa realidade cotidiana. Como paralelo podemos citar as diferenças entre a física clássica, mecanicista, newtoniana, de um lado e por outro a física moderna. A física moderna é muito diferente do mundo da vida cotidiana, conceitos como tempo, espaço, direção, velocidade, perdem a razão de ser.
Analogias. Nós temos diversas analogias para serem utilizadas para uma melhor compreensão desse fenômeno.

1. Negro. Na astronomia nós temos o fenômeno do buraco negro, aonde a força da grávida é tão forte que até a luz não consegue escapar de sua atração gravitacional
2. Inconsciente. A teoria do inconsciente se refere como um fenômeno atemporal, onisciente.
3. Meditação. Na meditação espera-se encontrar um estado de ausência de pensamento.
4. Cósmica. A consciência cósmica

Máximo. O sonho lúcido sem sonho é o ponto máximo ao ser alcançado pelo sonhador lúcido na sua etapa final de lucidez.
Escala. Na minha escala numérica de classificação dos sonhos e sonos lúcidos o sonho lúcido sem sonho está no número 7.
Mescla. Pela teoria da mescla onírica, muitos sonhos estão mesclados nos mais diversos graus. Assim por exemplo pode se ter sonhos não lúcidos e sonhos lúcidos e com a mesclagem apareciam sonhos dos mais diversos tipos mas em que se vislumbrariam aspectos características do sonho lúcido sem sonho. Por exemplo, o controle onírico,os poderes parapsíquicos oníricos, etc.
Seqüência. Pela seqüência dos sonhos que normalmente pode ser 2-3-2-5-6-4, um dia espera-se alcançar a seqüência nobre 6-7-7-7,6-7-7...

Contínua. O objetivo máximo do sonhador lúcido é alcançar o estado de consciência contínua com sonho lúcido sem sonho ou com a seqüência nobre.Essa é uma tarefa árdua, difícil, é a graduação da escola da vida, quando o aluno da escola da vida se torna um graduado candidato a professor da escola da vida
Exemplo. Um sonho lúcido típico o sonhador s vem em um corpo invisível, com outros sonhadores também em corpos invisíveis em um ambiente especial inundado por uma energia diferente, sublime, elevada, proveniente de um personagem-sonhador especial, um dos habitantes transpessoal puro, um professor da vida nos planos transpessoais. A sensação é indescritível. São sentimentos de harmonia, paz, segurança, felicidade, amor, que não se pode esquecer, um momento único na vida, uma experiência além de qualquer coisa.
Sonhador. O sonhador lúcido sem sonho, no seu ponto máximo já esta no plano transpessoal, ou dimensão onírica pura. Para ele, a vida ocorre de uma forma diferente de como nós a entendemos atualmente.
Tibetano. No budismo tibetano existe uma ioga dos sonhos em que há um estado chamado estado do sonho ausente, em que o sonhador conseguir alcançar o sonho lúcido sem sonho.
Psíquica. A energia psíquica no sonho lúcido sem sonho é enorme e concentrada. Assim a energia com mais densidade por metro quadrado. E a ausência de imagens contribuiria para aumentar essa densidade energética. Essa energia psíquica é totalmente canalizada para a lucidez onírica. O estado mental daí advindo extrapola os simples sonhos lúcidos cotidianos
Técnicas. Existem diversas técnicas para se alcançar esse estado especial dos sonhos lúcidos
Pessoal. A linguagem humana é precária para poder descrever a verdadeira realidade, a paisagem por trás do mapa. Mas é a única que nós temos para nos comunicarmos, no atuas estádio da humanidade. Eis aqui referencias pessoais de sonhadores que tiveram sonho lúcido sem sonhos:

1. Era com se o universo estivesse na minha frente.
2. Eu sabia que havia harmonia no universo estava tudo no seu devido lugar.
3. Era uma sensação indescritível de paz, harmonia, segurança.
4. Sensação de estar uno com o universo
5. Repentinamente, uma escuridão desabou e todas as sensações, pensamentos, percepções e emoções subitamente sumiram, atingindo inclusive o propósito ou o esforço meditativo – como se a própria meditação desabasse
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Otavio Aquino

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Sonho lúcido máximo

Sonho Lúcido Máximo. "Estou saindo do quarto, indo para a cozinha. Encontro no meu bolso direito da calça uma caneta. Na cozinha, estão a minha mãe e a minha irmã. Depois da primeira caneta, saiu outra caneta azul esferográfica. Saíram outra e outra. Fiquei maravilhado com aquilo. Resolvi mostrar para elas as várias canetas que tinham saído e continuavam a sair do meu bolso. Daí, intuitivamente e instantaneamente, compreendi que era um sonho; também tive a intenção de não pensar muito nisso, não me afobar, não me excitar, para não perder a lucidez ou acordar de vez. Fiquei assim alguns segundos e estava quase acordando, ou ainda, o sonho passou por uma fase em que eu estava na cama. Não me excitei para continuar o sonho. Estava calmo e sereno. Comecei a fazer movimentos diferentes e acabei caindo suavemente no chão em cima de umas cobertas, o que me convenceu ainda mais do caráter onírico da experiência. Decidi não interferir em nada, ser um observador passivo. Novamente me movimentava afastando da cama. Vi várias pessoas e particularmente três jovens em idade militar, mas essas pessoas parece que não me viam. Os meus movimentos corporais estavam muito parecido com o de um bebe e, tenho a clara consciência disso. Agora eu estou em uma espécie de corredor, já com todos os pensamentos, consciente de que era um sonho lúcido. Ouvia mentalmente ditos populares do tipo "a palavra vale prata, o silencio vale ouro". Nesse corredor eu fui parar na rua dos Estudantes na Liberdade. Eu estava andando muito calma e tranqüilamente. A rua estava bem movimentada e, esbarrei em uma pessoa. Era um homem moreno, baixo, do tipo nordestino, uns 35 anos, com cara de quem pertence a classe C; em silêncio fiz várias mesuras a ele, me desculpando pelo esbarrão, sempre consciente de que era um sonho. Os detalhes eram incríveis, muito mas muito real mesmo e nítido. Eu estava usando um blaser preto estilo inglês e gravata. Andei mais um pouco e sai na Av. Paulista. Parei de fronte a uma árvore e fiquei olhando as suas folhas, como um sonhador lúcido tinha feito uma vez. Fiquei observando a semelhança com o nosso mundo, a consistência, detalhes, a vivacidade. Estou impressionado mas sem me excitar muito. Ando mais um pouco, bem calmamente e em passos lentos, chego perto de uma banca de jornal. Incrível a riqueza de detalhes. Primeiro o que me chama a atenção é um cartão postal em que está o meu irmão, como maestro de uma banda. Em seguida vejo outro cartão postal em que estou de terno preto entregando um trofeu para ele. Outro postal em que estou com uma roupa cheia de condecorações. Calmamente procuro a seção de revistas. O meu irmão aparece cómico como sempre. Ele está sem camisa. Olho para outra revista e leio claramente ela, os detalhes são incríveis. Resolvo fazer uma experiência: ler as manchetes dos jornais para ver se conseguiria ler alguma noticia do que poderia acontecer, um caso de premonição, mas não consegui ler, ficou tudo embaçado. Ouço uma música no ar, um coro do tipo de suspense. Vejo pessoas correndo e apareceram soldados do exército, que abriram fogo, bem real mesmo, só que eles metralharam sem apertar o gatilho. Eu brinco. "Eles estão usando telecinesia". Sabia que era uma falha do sonho. Mas sai correndo em direção oposta ao dos soldados que ficaram apenas em um limite, e não passam de lá. Um dos soldados disse: "É ruim passar por aqui", em tom muito agressivo. Com meus botões fiquei pensando no significado daquela dramatização. Continuo andando com o meu irmão e agora estamos em uma espécie de loja de objeto de artes. Quero prestar uma atenção especial nos objetos, coisas pequenas como xícara, porcelanas etc.. Quero prestar bastante atenção nos detalhes. Neste ponto sinto que o sonho acabou, não faço esforço para manter o estado de consciência no sonho. Acordo, isto é entro na vigília ativa."
Ponto Este é o sonho lúcido máximo ou sonhos lúcido do ponto 6, onde o sonhador lúcido sabe que está sonhando o tempo inteiro e controla o sonho plenamente. De uma forma ou de outra.
Características Este sonho lúcido está cheio de características de um sonho lúcido e temos outros fenômenos ligados aos sonhos lúcidos. Vamos analisar criteriosamente todos. essas características.
a) Ponto de incongruência: Quando saíram muitas canetas do meu bolso, canetas demais para estarem em um bolso, compreendi que era um sonho, é o ponto de incongruência ou estranheza e que nos permiti alcançar a lucidez nos sonhos.
b) Quarto dos sonhos: o sonho passou por uma fase em que eu estava na cama...Acabei caindo suavemente no chão em cima de umas cobertas o que me convenceu mais ainda do caráter onírico da experiência. O quarto que eu estava era o famoso quarto dos sonhos, mais uma fase dos sonhos.
c) autocontrole do corpo dos sonhos: apesar de estar maravilhado com a experiência, tive a intenção de não pensar muito nisso; decidi não interferir em nada, ser um observador passivo; de não me afobar, de não me excitar. Estava calmo e sereno. Eu estava andando calmamente e muito tranquilo, etc.
d) estava consciente de que era um sonho: intuitivamente e instantaneamente, compreendi que era um sonho; consciente de que era um sonho lúcido; sempre consciente de que era um sonho; sabia que era uma falha do sonho.
e) controle dos sonhos: andando calmamente e muito tranquilo; olhar os detalhes; ver os cartões postais; ler as revistas, tentar ler as manchetes do futuro, observar os detalhes das porcelanas.
d)outros fenómenos: entrarconsciente no estado de sonho; sair consciente do estado de sonho, mudança de cenário, tremenda realidade dos detalhes, seguir o enredo dos sonhos.
Típico. Este é um típico caso de sonho lúcido arrasa quarteirão, big sonho lúcido; ponto 6 ou sonho lúcido máximo, onde o sonhador está inteira e plenamente consciente de que é um sonho, vigília onírica. Este ponto 6 é o portal para o completo domínio dos sonhos, hão dá para se dizer o que se pode fazer com o sonho lúcido máximo. Imaginem uma pessoa tendo em média quatro sonhos desse por noite,r 7 dias por semana, quatro semanas por mês e 12 meses por ano.
Laberge. "Eu estava com um amigo, andando por uma trilha de montanha que subia gradualmente. Tanto quanto conseguia ver, a única coisa em movimento era a neblina silenciosa que ocultava os picos misteriosos. Mas de repente nos vimos diante de uma ponte estreita que atravessava precariamente um abismo. Quando baixei os olhos para aquele abismo sem fundo sob a ponte, fiquei tonto de medo e incapaz de continuar. Nisso, meu companheiro falou: ?'Sabe, Stephen, você 'não precisa' ir por esse caminho. Pode voltar por onde viemos" e apontoou para trás, para o que me pareceu uma distância enorme. Mas nesse momento passou pela minha cabeça o seguinte pensamento: se eu ficasse lúcido, não teria motivo para ter medo das alturas. Uns segundos de reflexão foram suficientes para eu perceber de que fato estava sonhando. Recuperei a confiança e consegui atravessar a ponte e acordar."
Controle .Neste relato é um sonho lúcido típico ou sonho lúcido máximo. Ao atravessar a ponte após vencer o medo, LaBerge usou o controle dos sonhos de forma plena. Ele poderia ter utilizado outros métodos, mas preferiu apenas atravessá-la andando!
Classificação. A minha classificação dos sonhos vai de l a 7. No sonho ponto l temos o sono sem sonho, ou sonho sem sonho, o sonho conjunto vazio. No ponto 2 temos o sonho filme, nos vemos na teceria pessoa. No ponto 3 temos o sonho-ator, interpretamos papeis no enredo só sonho, nos vemos na primeira pessoa do singular. No ponto 4, temos o sonho lúcido mínimo, no ponto 5, temos o sonho lúcido médio (. No ponto 6 temos o sonho lúcido máximo e, no ponto 7 temos o sonho lúcido sem sonho, um sonho especial em que se caracteriza pela completa ausência de qualquer coisa, mais ou menos como no interior de um buraco negro, mas que é o ponto principal de tudo.
Mesclagem. Além dessa classificação uma outra coisa que nos interessa é a mesclagem dos sonhos. Em um sonho podemos mudar instantaneamente de cenário e de posição do sonho de tal forma que temos um continuum do sonho. Traduzindo em miúdo, podemos sonhar com o Pato Donald conversando com a gente, mas somos outro e, entramos em vivenciar um papel, conseguimos alguma lucidez, ampliamos, mais, chegamos ao ponto 7 e vamos para outra seqüência.
Lúcidos. Falando em termos estritos de sonhos lúcidos, nós temos apenas o sonho lúcido mínimo ou peso pena, médio, peso médio e os sonhos lúcidos máximo ou peso pesado. Assim o sonho lúcido peso pena abrange os sonhos sem sonho, filme, ator e mínimo. O sonho lúcido máximo abrange o sonho lúcido máximo e o sonho lúcido sem sonho, que é um caso especial de sonho lúcido máximo. Com isso percebemos que todo mundo é sonhador lúcido mínimo, no mínimo.
Lucidez. Podemos perceber claramente que a lucidez aparece do quarto ponto em diante. O objetivo só sonhador lúcido é obter cada vez mais lucidez e uma maior controle dos sonhos. Podemos utilizar essa classificação para acompanhar o nosso desenvolvimento da lucidez de uma forma simples e elegante, como eu tenho aplicado. Basta saber se você tem mais sonhos lúcidos mínimo do que comum e, mais sonhos lúcidos médio e máximos que mínimo, Para os mais perfeccionistas pode-se usar o critério da numeração. Assim poderá ter sonhos 4,1; 4,2 e assim por diante.
Conteúdo. Em termos de classificação dos sonhos podemos ter quanto ao conteúdo: sonho: sexual, sonho simbólico, sonho paranormal, sonho transcendental, sonho de resolução de problema, sonho criativo, sonho inspiracional, sonho de voo, sonho compartilhado, sonho de cura, sonho complexo, sonho de prosperidade, etc. Para ter sonhos lúcidos basta acrescentar sonhos lúcidos assim temos o sonho lúcido simbólico mínimo, o sonho lúcido simbólico médio e o sonho lúcido simbólico máximo.
Falso. Sonho"Acordo. Levanto. Vou ao guarda roupa escolher a roupa que vou utilizar no dia de hoje. Depoisacordo de verdade. Foi um falso despertar."Falso despertar também conhecido como despertar enganoso é um do fenômenos dos sonhos lúcidos. O pior falso despertar é aquele em que você que anotar um sonho e depois descobre que estava sonhando! Mas tem um pior, em que você sai de um sonho lúcido e se acha no seu quarto de dormir pensado que acordou de um sonho lúcido, mas apenas está em um falso despertar. Há também falsos despertares sucessivos. Certa vez, passei por quatro falsos despertares até acordar realmente.
Pré-Sonho. Ao lado desse fenômeno nós temos o pré-sonho lúcido que é pior ainda, pois você desconfia que é um sonho, mas na hora H se deixa levar pelo sonho. Lembro-me que uma vez em um sonho, estava num ônibus e testei se era um sonho, e cheguei a conclusão falsa de que não estava sonhando.
Imagens. Ligado aos sonhos nós temos as imagens hipnogógicas e hipnopômpicas. As primeiras se referem aquelas imagens que aparecem quando começamos a entrar no sono. Essas imagens são ótimas para conseguirmos sonhos lúcidos. Quando perguntei aos sonhos o que deveria fazer para melhorar os meus sonhos lúcidos parte da resposta foi aumentar minha dedicação às imagens hipnagógicas.
Stack. Rick Stack desvreve o seguinte sonho lúcido. "Vi-me sentado a uma mesa numa sala que não reconheci. Na mesa havia muitas pessoas, inclusive eu próprio. Eu estava completamente acordado e sabia estar fora do meu corpo físico. Estava fascinado por ver como tudo parecia totalmente real. Essa sala era percebida como tão real quanto qualquer outra onde eu estivesse até hoje estado. Eu era eu mesmo e sabia que era eu mesmo; e, no entanto, eu era algo mais, de um certo modo. Senti-me como se estivesse fundido com outro e mais vasto aspecto só meu eu. Comecei discutindo com as pessoas da mesa sobre a parcela de mim mesmo que habitava na realidade física normal. A discussão gravitou em torno do comportamento e características do meu eu físico. O eu com que me fundira nesse estado parecia ter acesso a uma perspectiva mais esclarecida e sagaz do que aquele que eu normalmente possuía. Parecia saber uma grande quantidade de coisas que eu ignorava; mas agora, que estávamos juntos, algum de seus conhecimentos pareciam-me acessíveis. Eu não estava separado desse eu. Esse eu era eu. Era deveras estranho estar sentado a uma mesa não física que eu sentia ser tão física quanto qualquer outra na Terra e ouvir me descrevendo e analisando calmamente o meu eu físico normal com um nível de discernimento que parecia exceder facilmente aquele que eu estava habituado."
otavio aquino

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Fases dos sonhos lúcidos


Definição. Fases que compõem a experiência do sonhar lúcido.
Nomes. Outros nomes pelo qual e conhecido

1. Períodos dos sonhos lúcidos
2. Partes dos sonhos lúcidos
3. Eapas dos sonhos lúcidos
4. Caracterísitcas fásicas do fenômeno lúcido onírico

Fases Todos os fenômenos observáveis são passiveis de serem classificados em fases, etapas, ciclos, períodos, para o seu melhor entendimento e um tratamento mais racional de suas premissas e conclusões. O sonho lúcido não escapa dessa realidade.
Sonhar. A rigor, nós temos as seguintes fases do sonhar lucidamente:

01. Entrada.
02. Reconhecimento.
03. Manutenção
04. Perda ou terminação da lucidez
05. Continuaçao de um sonho não lucido
06. Despertar

Fases. Essas fases, geralmente ocorrem nesta ordem. Por exemplo, pode-se ter lucidez e imediatamente acordar
Entrada. A fase de entrada em um sonho lúcido pode se dar de duas maneiras. Em primeiro lugar, o mais corriqueiro, é à entrada da lucidez intraoniricamente, entrada no sonho. Em segundo lugar, o caso mais difícil, raro, é o da entrada na lucidez extraoniricamente, ou direto na vigília ativa
Reconhecimento. O reconhecimento da lucidez esta associada à rntrada extraoniricamente. Passa-se pelo apagão consciencial, e depara-se com o ponto de estranheza, ou como ocorre em muitos casos, a fuga de um pesadelo ou situação estressante, tendo a cognição de uma experiência onírica lúcida. Aqui podemos encontrar o pré-sonho lúcido, assim, o sonhador pode se ver em uma situação, na vigília onírica, em que um pequeno lampejo de lucidez, mas que ao interrogar se depara com a resposta, de que não está em um sonho lúcido!
Manutenção. Na fase de manutenção da lucidez, o sonhador lúcido tem que estar atento que a lucidez pode ir embora tão rápido quanto veio. A manutenção justamente é para aumentar o período de lucidez.
Continuação. Pode-se, ao se perder a lucidez passar para um sonho não lúcido ou para um falso despertar. Certa ez tive um falso despertar em que anotava um sonho lúcido. Ao acordar tive a maior decepção ao não encontrar nenhum sonho lúcido anotado
Perda. A perda da lucidez ocorre ou como a terminação do sonho lúcido voltando a se tornar um sonho não lúcido ou o sonhador descerra a pálpebra voltando às atividades de vigília ativa
Cronologia. No atual período histórico do sonhar lúcido, as maiorias dos sonhadores desenvolvem suas atividades oníricas no último período de sono e sonhos. A cronologia seria. Sono Nrem, seguido de sono REM e a aparição da lucidez. Isso ocorre por volta dos dez últimos minutos finais do período de sono noturno.
otavio aquino